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Nematóides

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Capim-santo: benefícios à saúde (da planta e do chá)

Descrição: Capim-santo

Capim-santo

Essa erva medicinal cultivada em quase todos os países tropicais inclusive no Brasil. É uma das mais usadas, para diversas aplicações e é chamada por diferentes nomes, como por exemplo: Capim-santo, capim-limão, capim-cidreira e falsa-erva-cidreira. Comumente há confusão dessa planta com a erva-cidreira (Melissa officinalis). Para acabar com esta confusão é só observar as duas plantas, pois elas são bem diferentes: enquanto o capim-cidreira apresenta folhas estreitas, longas e lanceoladas, a erva-cidreira produz folhas grandes, ovais, pecioladas, serrilhadas e com nervuras salientes.

O capim-santo (Cymbopogon citratus) tem aplicações tão variadas quanto os muitos nomes que recebe! Tem uso medicinal, cosmecêutico e culinário. Além disso, o óleo essencial do capim-santo é o citral, sendo uma mistura de isômeros, que é utilizada pela indústria farmacêutica para síntese de ianonas e vitamina A, acompanhado de um pouco de mirceno. Tem ação calmante e espasmolítica comprovada, que é atribuída a presença do citral, considerando-se a atividade analgésica devida ao mirceno.

Capim-santo

 

Essa erva medicinal cultivada em quase todos os países tropicais inclusive no Brasil. É uma das mais usadas, para diversas aplicações e é chamada por diferentes nomes, como por exemplo: Capim-santo, capim-limão, capim-cidreira e falsa-erva-cidreira. Comumente há confusão dessa planta com a erva-cidreira (Melissa officinalis). Para acabar com esta confusão é só observar as duas plantas, pois elas são bem diferentes: enquanto o capim-cidreira apresenta folhas estreitas, longas e lanceoladas, a erva-cidreira produz folhas grandes, ovais, pecioladas, serrilhadas e com nervuras salientes.

 

O capim-santo (Cymbopogon citratus) tem aplicações tão variadas quanto os muitos nomes que recebe! Tem uso medicinal, cosmecêutico e culinário. Além disso, o óleo essencial do capim-santo é o citral, sendo uma mistura de isômeros, que é utilizada pela indústria farmacêutica para síntese de ianonas e vitamina A, acompanhado de um pouco de mirceno. Tem ação calmante e espasmolítica comprovada, que é atribuída a presença do citral, considerando-se a atividade analgésica devida ao mirceno.

Propriedades medicinais e benefícios

 

No uso medicinal, o capim-santo é especialmente usado no combate a vermes, como os nematóides e seu óleo essencial age contra bactérias. Além disso, cinco de seus componentes inibem a coagulação sanguínea.

 

Ele é bastante usado popularmente em forma de cataplasmas para tratar as dores de artrite e em banhos para aliviar os músculos doloridos.

 

O óleo essencial é usado em cosméticos, como óleos perfumados, xampus, sabonetes e sabões, desodorizantes, loções, especialmente as loções para peles oleosas, etc. Também é acrescentado à óleos de massagem e usado para aliviar dores nas costas, tendinite e dores reumáticas, além disso, quando diluído, o óleo serve para tratamento de pé-de-atleta.

Aplicações tradicionais

 

Digestão, nervosismo, hipertensão, inchaço, depressão, agitação, insônia, infecções da pele, aliviar dor muscular, tosse, asma, catarro, dor de cabeça, febre, transpiração, pé-de-atleta, analgésico suave, convulsões, diarreia, depurativo, aumentar a produção de leite materno, combater doenças do fígado, reumatismo, rins, stress, tensão muscular, limpeza de pele oleosa.

Modo de preparo Chá e o Suco

 

Para preparar o chá ou suco, o melhor é usar as folhas frescas, colhidas na hora do preparo.

 

Chá: Pegue 4 a 6 folhas frescas e lave bem. Corte as folhas em pedaços pequenos numa xícara bem limpa. Derrame água que acabou de ferver em cima das folhas cortadas. Depois, cubra a xícara e deixe corar. Nunca ferva as folhas, pois elas perdem muito de seu efeito. Para preparar meio litro de chá, use 20 folhas. Essa quantidade dá para 4 xícaras. Tomar 2 a 3 vezes por dia. Caso precise poderá tomar um pouco mais.

 

Suco com limão: Triturar no liquidificador 40 folhas do capim-santo com 1 litro de água gelada e em seguida coar. Adicionar o sumo de 2 limões e açúcar a gosto. O Consumo deve ser imediato.

 

Tanto na forma de chá ou suco, uso é recomendado em pessoas acima de 12 anos, devido sua ação ansiolítica e sedativa.

Advertências

 

Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos, diminuído a pressão arterial e até causar desmaios. Quando utilizada externamente pode causar queimaduras na pele, se depois de aplicar a planta expor-se ao sol, e por isso, é preciso lavar a região tratada após cada utilização. Não usar durante a gravidez, pois doses elevadas podem causar aborto.

 

Nematelmintos: Doenças Causadas por Nematódeos

 

Ancilóstomos, lombrigas, oxiúros e filárias são alguns exemplos de nematelmintos que parasitam os seres humanos. Vamos conhecê-los melhor: 

 

Oxiuríase: Coceira Anal:

 

O que é? 

É uma inflamação causada pelo verme Oxyurus vermicularis (ou Enterobius vermicularis) que se aloja no intestino grosso. Entenda-se por inflamação um processo de reação a um agente irritante que atinge um ser vivo. Caracteriza-se por edema (inchaço), hiperemia (vermelhidão), hiperestesia (aumento da sensibilidade dolorosa) e aumento da temperatura local eventualmente se acompanha de diminuição funcional e na dependência do local atingido pode passar sem que se perceba o processo.

Como se adquire? 

Esta verminose é adquirida pela chegada dos ovos deste parasita ao aparelho digestivo através de mecanismos como: a - deglutição - junto com alimentos, poeira de casa, objetos, animais, roupas contaminados com ovos dos oxiúros. Auto-infestação, no ato de coçar o ânus os ovos podem aderir aos dedos e então levados à boca. Após a deglutição dos ovos, no intestino as larvas se transformam em adultos, as fêmeas guardam os ovos fecundados e os machos morrem. As fêmeas migram para o cólon e reto, de noite elas Saem pelo esfíncter anal e depositam ovos na região anal e perianal.   

O que se sente? 

Exceto pelo prurido (coceira) anal e por ocasionais episódios de diarréia a maioria das pessoas não sente nada. Infestações intensas podem causar vômitos, diarréia freqüente inclusive com excesso de gordura nas fezes, prurido anal constante, insônia. Irritabilidade, perda de peso, chegando à desnutrição.

Como se faz o diagnóstico? 

 

O diagnóstico pode ser evidenciado pela visualização dos vermes nas fezes (raro), em pesquisa de ovos no exame parasitológico de fezes e mais comumente pela pesquisa de ovos na região perianal e anal através de raspado anal (swab) ou fita adesiva. Prevenção

A higiene de um modo sistemático, mãos, alimentos, animais, roupas, roupas de cama, brinquedos é eficaz na prevenção. O uso de água sanitária (diluição de 1/3) serve para maior eficácia na limpeza de objetos que não sejam atacados pelo cloro.

 

Filaríase: elefantíase

 

A filariose ou elefantiase é a doença causada pelos parasitas nemátodes Wuchereria bancrofti, Brugia malayi e Brugia timori, comumente chamados filária, que se alojam nos vasos linfáticos causando linfedema. Esta doença é também conhecida como elefantíase, devido ao aspecto de perna de elefante do paciente com esta doença. Tem como transmissor os mosquitos dos gêneros Culex, Anopheles, Mansonia ou Aedes, presentes nas regiões tropicais e subtropicais. Quando o nematódeo obstrui o vaso linfático, o edema é irreversível, daí a importância da prevenção com mosquiteiros e repelentes, além de evitar o acúmulo de águas paradas em pneus velhos, latas, potes e outros.

As formas adultas são vermes nemátodes de secção circular e com tubo digestivo completo. As fêmeas (alguns centímetros) são maiores que os machos e a reprodução é exclusivamente sexual, com geração de microfilárias. Estas são pequenas larvas fusiformes com apenas 0,2 milímetros.

Ciclo de Vida

 

Descrição: http://www.sobiologia.com.br/figuras/Reinos2/Chrysomya.jpg

 

As larvas são transmitidas pela picada dos mosquitos e da mosca Chrysomya conhecida como Mosca Varejeira. Da corrente sanguínea elas dirigem-se para os vasos linfáticos, onde se maturam nas formas adultas sexuais. Após cerca de oito meses da infecção inicial, começam a produzir microfilárias que surgem no sangue, assim como em muitos órgãos. O mosquito é infectado quando pica um ser humano doente. Dentro do mosquito as microfilárias modificam-se ao fim de alguns dias em formas infectantes, que migram principalmente para a cabeça do mosquito.

Mosca Chrysomya, varejeira.

 

Progressão e sintomas

 

O período de incubação pode ser de um mês ou vários meses. A maioria dos casos é assintomática, contudo existe produção de microfilárias e o indivíduo dissemina a infecção através dos mosquitos que o picam.

 

Descrição: http://www.sobiologia.com.br/figuras/Reinos2/filariose.jpg

 

Os episódios de transmissão de microfilárias (geralmente a noite, a depender da espécie do vetor) pelos vasos sanguíneos podem levar a reações do sistema imunitário, como prurido, febre, mal estar, tosse, asma, fatiga, exantemas, adenopatias (inchaço dos gânglios linfáticos) e com inchaços nos membros, escroto ou mamas. Por vezes causa inflamação dos testículos (orquite).

A longo prazo, a presença de vários pares de adultos nos vasos linfáticos, com fibrosação e obstrução dos vasos (formando nódulos palpáveis) pode levar a acumulações de linfa a montante das obstruções, com dilatação de vasos linfáticos alternativos e espessamento da pele. Esta condição, dez a quinze anos depois, manifesta-se como aumento de volume grotesco das regiões afetadas, principalmente pernas e escroto, devido a retenção de linfa. Os vasos linfáticos alargados pela linfa retida, por vezes arrebentam, complicando a drenagem da linfa ainda mais. Por vezes as pernas tornam-se grossas, dando um aspecto semelhante a patas de elefante, descrito como elefantíase.

 

Diagnóstico e tratamento

 

O diagnóstico é pela observação microscópica de microfilárias em amostras de sangue. Caso a espécie apresente periodicidade noturna, é necessário recolher sangue de noite, de outro modo não serão encontradas. A ecografia permite detectar as formas adultas. A serologia por ELISA também é útil.

São usados antiparasíticos como mebendazole. É importante tratar as infecções secundárias.

 

Prevenção

 

Há um programa da OMS que procura eliminar a doença com fármacos administrados como prevenção e inseticidas. É útil usar roupas que cubram o máximo possível da pele, repelentes de insetos e dormir protegido com redes.

 

Ascaridíase: lombriga

 

É uma verminose causada por um parasita chamado Ascaris lumbricoides. É a verminose intestinal humana mais disseminada no mundo. A contaminação acontece ocorre quando há ingestão dos ovos infectados do parasita, que podem ser encontrados no solo, água ou alimentos contaminados por fezes humanas. O único reservatório é o homem. Se os ovos encontram um meio favorável, podem contaminar durante vários anos. 

 

Descrição: http://www.sobiologia.com.br/figuras/Reinos2/ascaris.jpg

Ascaris lumbricoides.

Ciclo da Ascaridíase

 

1- A ingestão de água ou alimento (frutas e verduras) contaminados pode introduzir ovos de lombriga no tubo digestório humano.

Descrição: http://www.sobiologia.com.br/figuras/Reinos2/ascaridiase.jpg

 

2- No intestino delgado, cada ovo se rompe e libera uma larva.

3- Cada larva penetra no revestimento intestinal e cai na corrente sanguínea, atingindo fígado, coração e pulmões, onde sofre algumas mudanças de cutícula e aumenta de tamanho.

4- Permanece nos alvéolos pulmonares podendo causar sintomas semelhantes ao de pneumonia.

5- Ao abandonar os alvéolos passam para os brônquios, traquéia, laringe (onde provocam tosse com o movimento que executam) e faringe.

6- Em seguida, são deglutidas e atingem o intestino delgado, onde crescem e se transformam em vermes adultos.

7- Após o acasalamento, a fêmea inicia a liberação dos ovos. Cerca de 15.000 por dia. Todo esse ciclo que começou com a ingestão de ovos, até a formação de adultos, dura cerca de 2 meses.

8-Os ovos são eliminados com as fezes. Dentro de cada ovo, dotado de casca protetora, ocorre o desenvolvimento de um embrião que, após algum tempo, origina uma larva.

9- Ovos contidos nas fezes contaminam a água de consumo e os alimentos utilizados pelo homem.

 

Quais são os sintomas? 

 

A maioria das infecções é assintomática. A larva se libera do ovo no intestino delgado, penetra a mucosa e por via venosa alcança o fígado e pulmão de onde alcançam a árvore brônquica. Junto com as secreções respiratórias são deglutidas e atingem o intestino onde crescem chegando ao tamanho adulto.

Em várias situações podem surgir sintomas dependendo do órgão atingido. A ascaridíase pode causar dor de barriga, diarréia, náuseas, falta de apetite ou nenhum sintoma. Quando há grande número de vermes pode haver quadro de obstrução intestinal. A larva pode contaminar as vias respiratórias, fazendo o indivíduo apresentar tosse, catarro com sangue ou crise de asma. Se uma larva obstruir o colédoco pode haver icterícia obstrutiva.

 

Como se faz o diagnóstico? 

 

O diagnóstico é feito pelo exame de fezes, onde se encontram os ovos do parasita.

 

Como se trata? 

 

Existem remédios específicos para erradicar a larva do organismo humano, todos por via oral.

 

Como se previne? 

 

Através de medidas de saneamento básico:

É necessário, também, fazer o tratamento de todos os portadores da doença. A ascaridíase está mais presente em países de clima tropical e subtropical. As más condições de higiene e a utilização das fezes como adubo contribuem para a prevalência dessa verminose nos países do terceiro mundo.