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Abortivo

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SALVA, SÁLVIA – Desta erva, antes de Cristo, já se dizia:  "De que pode morrer o homem tendo um pé de salva à sua porta?"  Com as folhas prepara-se um chá e toma-se quente, contra gripes, resfriados, todo tipo de febres, problemas digestivos, gases intestinais, dor nos membros; estimulante dos nervos; aumenta a capacidade intelectual; cólicas menstruais, deficiências cardíacas, debilidade sexual, deficiências ovarianas, fortalece o útero, anti-abortiva , reguladora da tensão arterial, tem ação sobre o pâncreas em caso de diabete.  Fumando as folhas secas, alivia a sobre o pâncreas em caso de diabete.  Fumando as folhas secas, alivia a tosse asmática e esfregando com suas folhas os dentes os branqueia e fortalece as gengivas; esfregam-se também as folhas no espinhaço das crianças retardatárias ou se lhes dá banhos com o cozimento de salva.  Com seu suco, fabricam-se pomadas que se aplicam em úlceras, feridas, varizes e toda classe de paralisias.  Apreciado condimento. 

DESCRIÇÃO: A Alfafa (Medicago sativa) é uma leguminosa perene (renovada constantemente pela natureza), pertencente à família Fabaceae e subfamília Faboideae, originalmente encontrada na Ásia Menor e no Cáucaso, apresentando uma grande variedade de eco tipos (subtipos adaptados ao clima da região). Em Portugal é também chamada de Luzerna. 

INDICAÇÃO: O Chá de Alfafa é indicado para escorbuto, anemias, circulação sangüínea, falta de apetite, má digestão, úlceras nervosas, cistite, reumatismo, artrose, artrite, e como anti-abortivo e calmante.

COMO FAZER: Coloque 2 colheres de sopa de erva para 1 litro de água. Ferva a água, junte a erva e deixe levantar fervura. Desligue o fogo e abafe por dez minutos. 

COMO BEBER: Tomar um copo de chá durante 4 dias por semana, Intercalar e repetir a dose outras vezes.

Chás de ervas e hormônios são os métodos mais utilizados para provocar o aborto

Pesquisa mostra que quase 15% das gestantes tentaram interromper a gravidez

POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 04/08/2008

Já Ajudou 26 Pessoas

 

Um estudo realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e divulgado pela Fiocruz, contou com a participação de quase 5 mil grávidas e revelou os métodos mais utilizados para abortar. O foco do estudo era descobrir a incidência da diabetes gestacional e da má formação fetal. As participantes, com idade superior a 20 anos, estavam entre a 21ª e a 28ª semana de gravidez e faziam acompanhamento pré-natal em unidades de saúde ligadas ao SUS - Sistema Único de Saúde, em Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Entre aquelas que tentaram induzir a menstruação, 34,4% tomaram algum tipo de chá, enquanto 28,3% usaram hormônios sexuais e 17% tomaram o medicamento com misoprostol (Citotec) , recomendado para o tratamento de úlcera gástrica. O remédio foi responsável por 50,4 a 84,6% dos abortos induzidos no país.

Os resultados concluíram que essas substâncias aumentam as chances dos bebês terem problemas congênitos, como defeitos no sistema nervoso e musco-esquelético, pois têm o poder de interferir no desenvolvimento normal da vascularização do embrião ou do feto. Os maiores causadores desses males são o misoprostol, seguido pelos medicamentos com altas taxas hormonais. Segundo a farmacêutica e professora da UFRGS Tatiane da Silva Dal Pizzol, uma das autoras do estudo, devido à grande diversidade de chás abortivos não foi possível identificar o número de mulheres que ingeriram o mesmo produto para associar este método aos problemas na formação dos fetos.

O ginecologista e obstetra José Bento também faz um alerta. Os chás são recursos baratos e fáceis de encontrar, além de serem recomendado muitas vezes como para sanar alguns desconfortos naturais da gestação, porém, é necessário ficar alerta e ter sempre um bom profissional a disposição para conversar, apesar de serem naturais, podem conter substâncias tóxicas que atrapalham o bem-estar fetal .

Outro fato que deve ser abordado é que as pílulas do dia seguinte, um recurso muito utilizado atualmente, não tem ação abortiva. A ginecologista Mirna Ugarte, do Hospital Juscelino Kubitschek, em Brasília, esclarece que deve ser somente utilizado em caso de emergência devido aos efeitos colaterais. É importante que a pílula seja ingerida no máximo 24 horas após a relação sexual com risco de gravidez. Caso o ovulo já tenha sido implantado, o remédio não surte efeito algum . A pesquisadora Tatiana acredita, ainda, que esses não são os números finais do estudo, afinal, muitos problemas podem surgir ao longo dos anos, enquanto a pesquisa foi centralizada nos recém-nascidos.

Não indicamos e nem aconselhamos usar ervas para esse fim.